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Motivos para comemorar avanços na qualidade do atendimento

A saúde da mulher está no centro das atenções da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Prova disso são a ampliação da possibilidade de acesso aos mais modernos tratamentos oferecidos às mulheres pelos planos de saúde e os avanços relacionados à qualidade do atendimento.

As ações da ANS voltadas para a atenção à saúde da mulher incluem a garantia de condições para o tratamento de doenças como cânceres de mama e colo de útero, os mais frequentes entre as mulheres em todo o mundo. O acompanhamento da assistência à saúde realizada pela Agência, permite por exemplo, monitorar as mamografias e os exames de citologia oncótica (Papanicolau) realizados no País, favorecendo o diagnóstico precoce e a busca pelo tratamento mais adequado.

No Dia Internacional da Mulher, outro bom motivo para comemorar são os programas para Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças voltados especificamente para a saúde da mulher, que representam um sinal de resultados positivos. Os programas possuem enfoque em atividades voltadas para temas como planejamento familiar, estímulo à alimentação saudável, doenças sexualmente transmissíveis, osteoporose, tabagismo e obesidade, contribuindo para a proteção à saúde feminina.

Os 57 programas implementados pelas operadoras de planos de saúde a partir do incentivo da ANS, além de estimular hábitos saudáveis e promover e acompanhar a saúde das mulheres participantes dos programas, podem ainda oferecer prêmios e descontos nas mensalidades dos planos. Mais de 36 mil mulheres já foram beneficiadas por esse tipo de iniciativa.

Outro pilar da saúde da mulher é a melhoria à assistência obstétrica no setor de saúde suplementar. A ANS desenvolve, desde 2004, diversas estratégias com o objetivo de aprimorar a atenção obstétrica e neonatal. Uma delas é o incentivo ao parto normal. No Brasil, 82% dos partos realizados são cesarianas, apesar da recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontar para uma taxa de, no máximo, 15% do total de partos realizados. O índice praticado no país sinaliza elevada quantidade de cesarianas desnecessárias, que podem ser resultantes de fatores culturais e econômicos. Com o objetivo de transformar esta realidade, a ANS integra desde 2008, a Comissão de Parto Normal criada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Uma das mais recentes ações voltadas à assistência obstétrica está prevista no novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, atualizado pela ANS em janeiro de 2012. A partir desta data, tornou-se obrigatório para os planos de saúde com cobertura obstétrica cobrir as despesas de acompanhantes durante o pré-parto, parto e pós-parto imediato, incluindo acomodação, alimentação e paramentação. Trata-se de uma forma eficaz de proporcionar segurança e bem-estar às gestantes até a saída da maternidade.

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