A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI) estão desenvolvendo o Projeto Parto Adequado. Com o apoio do Ministério da Saúde, a iniciativa tem o objetivo de identificar modelos inovadores e viáveis de atenção ao parto e nascimento, que valorizem o parto normal e reduzam o percentual de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar.

O projeto prevê a elaboração de um modelo assistencial baseado na metodologia desenvolvida pelo IHI, que será testado e validado junto ao Hospital Israelita Albert Einstein e aos demais hospitais participantes.


Participantes do projeto

  • Hospitais que prestam serviços de atenção ao parto e nascimento na saúde suplementar e/ou na saúde pública;
  • Operadoras de planos de saúde com hospitais da rede própria ou por meio de apoio à rede credenciada;
  • A partir do segundo semestre de 2015, gestantes, que poderão buscar atendimento em um dos hospitais participantes do projeto.

A adesão do projeto é voluntária.


Instituições selecionadas

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o Hospital Israelita Albert Einstein anunciaram, no dia 27 de março de 2015, as instituições selecionadas para participar do projeto Parto Adequado. Em maio, os hospitais assinaram os termos de adesão ao projeto e deram início às atividades.

O projeto em números

  • 42 hospitais e maternidades privados de todo o Brasil fizeram inscrição para participar do projeto-piloto;
  • Das 42 instituições inscritas, oito estão entre as 30 maiores em volume de partos do país e 12 entre as 100 maiores;
  • 20 vagas foram oferecidas inicialmente, mas, com o objetivo de atender todos os interessados, foram formados dois grupos;
  • 24 hospitais privados e 4 maternidades do Sistema Único de Saúde (SUS) farão parte do projeto-piloto;
  • 11 hospitais privados formarão o grupo de seguidores, com acesso aos materiais, monitoramento dos resultados e encontros presenciais com técnicos da ANS;
  • Três hospitais participarão do projeto como colaboradores, compartilhando experiências já iniciadas com os demais participantes;
  • Na saúde suplementar, o índice de cesarianas é de 84,6%;
  • Com a aplicação da metodologia do projeto, experiências anteriores registraram crescimento de partos normais de 20% para 55% e redução das admissões em UTI neonatal de 155 para 46 em cada 1.000 nascidos vivos.

Campanha “Não ao Parto Agendado”


Obrigatoriedade de Credenciamento de Enfermeiros Obstétricos e Obstetrizes

Resolução Normativa 398/2016, que dispõe sobre a Obrigatoriedade de Credenciamento de Enfermeiros Obstétricos e Obstetrizes por Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde e Hospitais que Constituem suas Redes e sobre a Obrigatoriedade de os Médicos Entregarem a Nota de Orientação à Gestante.

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