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A ANS realiza, há mais de uma década, um trabalho contínuo para a promoção do parto normal e a redução do número de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar, que, atualmente, atinge o alarmante índice de 84,6% dos partos.

Desde 2004, diversas iniciativas foram lançadas, entre as quais a inclusão de cobertura obrigatória para parto acompanhado por enfermeira obstétrica e acompanhante, sem custos adicionais, durante o pré-parto, parto e pós-parto imediato; a implantação do Projeto Parto Adequado em hospitais privados e públicos; e a criação da Resolução Normativa nº 368, que garante o acesso da gestante a informações essenciais para que possa decidir sobre o seu parto.

A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe.

Conheça melhor as iniciativas da ANS para incentivar o parto normal. Participe, divulgue e ajude a melhorar a saúde de mães e bebês.


Parto normal ou cesáreo?

A decisão sobre qual o tipo de parto mais adequado precisa ser compartilhada entre o médico, a gestante e sua família. O profissional deve fornecer informações sobre a situação clínica da mulher e os riscos e benefícios envolvidos em cada escolha para ajudá-la na tomada de decisão. Deve, também, orientar a futura mãe sem influenciá-la, compartilhando com ela a responsabilidade sobre o assunto.

Foi pensando em garantir que a mulher tenha acesso a todas as informações necessárias para tomar a decisão sobre o tipo de parto que a ANS criou a Resolução Normativa nº 368. Mulheres em idade fértil, gestantes, profissionais de saúde e operadoras de planos de saúde precisam estar cientes das regras que garantem à mãe mais cuidado e segurança para o momento do parto.

Mulheres em idade fértil e gestantes

Esclareça as dúvidas com seu médico e participe das decisões sobre seu parto.


Mudança no Modelo de Atenção ao Parto e Nascimento – Projeto Parto Adequado

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o índice razoável de cesáreas é de 15% dos nascimentos. No Brasil, 55,6% dos 2,9 milhões de partos realizados anualmente são cirúrgicos. Na saúde suplementar, essa distorção é ainda maior: 84,6% dos partos foram cesáreos em 2012.

Para mudar essa realidade e favorecer a saúde de mães e bebês, é preciso transformar o modelo de atenção a parto e nascimento no país, tarefa que requer uma intervenção complexa, que deve ser testada antes de ser transformada em política pública.

Por isso, a ANS, o Hospital Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), com o apoio do Ministério da Saúde, estão desenvolvendo o Projeto Parto Adequado. O objetivo é promover o parto normal, qualificar os serviços da saúde suplementar e induzir à redução de cesáreas desnecessárias.

Em experiência já realizada no Brasil, a aplicação da metodologia do IHI obteve resultados positivos: o percentual de partos normais mais do que dobrou; as admissões em UTI neonatal caíram e houve melhoria da remuneração dos profissionais que contribuíram para aumentar a eficiência dos serviços.

Os resultados deste tipo de intervenção serão observados em médio e longo prazos e as mudanças devem ser introduzidas gradativamente, de modo a permitir aperfeiçoamento antes de serem adotadas em larga escala.


A ANS desenvolveu duas peças gráficas para quem quiser aderir às iniciativas da ANS para estimular o parto normal. Baixe o material e ajude a divulgar essa campanha!

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