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Publicado em: 19/12/2014

Impugnações e recursos de ressarcimento ao SUS serão feitos eletronicamente

Operadoras devem se cadastrar no sistema PERSUS para fazer o protocolo

Sobre a ANS

Publicado em: 18/12/2014

ANS lança Guia de Boas Práticas Regulatórias

Publicação tem orientações básicas para tornar o fluxo regulatório mais eficiente e transparente

Integração com o SUS

Publicado em: 16/12/2014

ANS apresenta mapeamento inédito do ressarcimento ao SUS

Levantamento permite conhecer perfil de usuários e dos procedimentos realizados na rede pública por pessoas com plano de saúde

Integração com o SUS

Publicado em: 15/12/2014

Ministério da Saúde e ANS anunciam medidas para integração da saúde pública e privada

Coletiva de imprensa será realizada no Rio de Janeiro nesta terça-feira, 16/12

A quem se aplica o reajuste*

O limite de reajuste anual vale para os contratos de cerca de 8 milhões de beneficiários de planos individuais ou familiares novos ou àqueles que foram adaptados à lei dos planos de saúde. Esse número corresponde a 17,6% dos planos de assistência médica no Brasil. É importante deixar claro que a ANS não determina o percentual que deve ser aplicado aos planos individuais. A Agência define o limite máximo e as operadoras podem aplicar qualquer percentual até esse teto.


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Metodologia de cálculo*

O percentual de reajuste dos planos individuais é a média dos reajustes aplicados pelas operadoras aos planos coletivos com mais de 30 beneficiários. Esta metodologia existe desde 2001 e permite que os planos individuais se beneficiem das negociações já feitas entre os contratantes de planos coletivos e as operadoras de planos de saúde.


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Percentual de reajuste e rendimento mensal dos trabalhadores*

O índice de reajuste máximo dos planos de saúde individuais não deve ser comparado a outros índices de preços ou de inflação. É que essas taxas medem a variação de preços de vários setores, como alimentação, habitação, transporte e educação. No caso dos planos de saúde, leva-se em conta a frequência de uso dos serviços, como consultas e exames, novas tecnologias disponíveis nos planos e a variação dos custos da saúde. Mas se compararmos a variação do rendimento mensal na seis regiões metropolitanas do Brasil com o índice de reajuste dos planos de saúde, constatamos que o rendimento mensal vem crescendo acima dos índices divulgados pela ANS.


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