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Consumidor

Publicado em: 05/02/2016

ANS publica restauração de direção fiscal na Unimed Paulistana

Medida foi tomada em decorrência de ação em caráter liminar impetrada pela operadora

Consumidor

Publicado em: 05/02/2016

Campanha de prevenção à aids no Carnaval

Slogan deste este ano é “Deixe a camisinha entrar na festa!”; Ministério da Saúde vai distribuir 5 milhões de preservativos

Sobre a ANS

Publicado em: 04/02/2016

Serviços de saúde realizam limpeza de seus prédios

ANS apoia ação, incentivando prestadores da saúde suplementar a realizarem “Dia da Faxina”

Sobre a ANS

Publicado em: 03/02/2016

Nota da Agência Nacional de Saúde Suplementar

Confira nota sobre matérias veiculadas pela imprensa

Agenda Regulatória


A Agenda Regulatória é um instrumento de planejamento que agrega o conjunto de temas estratégicos e prioritários, necessários para o equilíbrio do setor, que são objeto de atuação da ANS em determinado período.

A quem se aplica o reajuste*

O limite de reajuste anual vale para os contratos de cerca de 8 milhões de beneficiários de planos individuais ou familiares novos ou àqueles que foram adaptados à lei dos planos de saúde. Esse número corresponde a 17,6% dos planos de assistência médica no Brasil. É importante deixar claro que a ANS não determina o percentual que deve ser aplicado aos planos individuais. A Agência define o limite máximo e as operadoras podem aplicar qualquer percentual até esse teto.


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Metodologia de cálculo*

O percentual de reajuste dos planos individuais é a média dos reajustes aplicados pelas operadoras aos planos coletivos com mais de 30 beneficiários. Esta metodologia existe desde 2001 e permite que os planos individuais se beneficiem das negociações já feitas entre os contratantes de planos coletivos e as operadoras de planos de saúde.


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Percentual de reajuste e rendimento mensal dos trabalhadores*

O índice de reajuste máximo dos planos de saúde individuais não deve ser comparado a outros índices de preços ou de inflação. É que essas taxas medem a variação de preços de vários setores, como alimentação, habitação, transporte e educação. No caso dos planos de saúde, leva-se em conta a frequência de uso dos serviços, como consultas e exames, novas tecnologias disponíveis nos planos e a variação dos custos da saúde. Mas se compararmos a variação do rendimento mensal na seis regiões metropolitanas do Brasil com o índice de reajuste dos planos de saúde, constatamos que o rendimento mensal vem crescendo acima dos índices divulgados pela ANS.


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* O conteúdo pode ser totalmente ou parcialmente reproduzido pela imprensa.

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