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Encontro em Recife buscou capacitar o trabalhador sindicalizado na negociação com os planos de saúde

Os planos de saúde coletivos atendem a cerca de 38 milhões de beneficiários, o que representa 75,4% do total de pessoas que possuem planos de assistência médica e/ou odontológica no Brasil. Números dessa magnitude demonstram de forma clara a importância desse mercado, que lida com um direito fundamental da cidadania humana, que é o direito à saúde.

Tendo como missão buscar constantemente a mediação dos interesses dos diversos atores do mercado de saúde suplementar em prol do interesse maior da coletividade, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou, nos dias 11 e 12 de novembro, em Recife/PE, mais uma edição do seminário O Trabalhador e a Saúde Suplementar, reunindo representantes das principais centrais sindicais do país na edição Nordeste do evento.

Com a consciência de que o controle social é um elemento fundamental para o equilíbrio do mercado de saúde suplementar, a ANS aproxima-se desse importante grupo organizado da sociedade civil para qualificá-lo em relação ao tema, reduzindo a assimetria de informações entre os atores e permitindo que esses beneficiários de planos de saúde coletivos possam negociar com as operadoras em condições mais equilibradas.

O seminário, entretanto, não foi uma via de mão única onde somente a Agência contribuiu com conhecimento. Um importante parceiro nessa empreitada foi o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que além de coordenar uma pesquisa de mercado sobre o tema, está organizando uma série de cursos de capacitação. Palestrantes convidados, como os médicos sanitaristas Gilson Caleman (ex-diretor da ANS) e Marco Perez, também forneceram importantes contribuições. Enquanto Gilson Caleman tratou das questões fundamentais da relação entre a saúde pública e a suplementar no Brasil, que contraditoriamente possui o maior sistema público de saúde do mundo e o segundo maior mercado de saúde privada; Marco Perez traçou um panorama histórico da evolução de um mercado que conseguiu nas três primeiras décadas do séc. XX conquistas nas relações trabalhistas que na Europa demoraram um século inteiro para serem alcançadas. Por fim, outra importante contribuição para o debate veio dos próprios trabalhadores sindicalizados, que se reuniram em grupos de trabalho para debater o tema e apresentar propostas à ANS baseadas no conhecimento das questões enfrentadas por eles nas relações diárias com os planos de saúde.

O próximo seminário regional do Trabalhador e a Saúde Suplementar será o das regiões Norte e Centro-Oeste, que acontecerá na cidade de Brasília, nos dias 26 e 27 de novembro, e contará, à semelhança dos que já foram realizados, com a participação da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas da Saúde e dos Ambientes de Trabalho (Diesat) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

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Para o diretor de fiscalização da ANS, Eduardo Sales, os participantes do seminário servirão
como importante canal de multiplicação do conhecimento sobre saúde suplementar 

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