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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI), realizou na quarta-feira (21/10), o 1º Diálogo da Saúde Suplementar SESI & ANS 2020, que discutiu os impactos da pandemia de Covid-19 nos planos de saúde coletivos empresariais. O encontro virtual reuniu aproximadamente uma centena de pessoas que acompanharam a transmissão ao vivo pelo Youtube e teve mais de 1.580 visualizações e mais de 230 engajamentos. 

O evento foi aberto pelo diretor-superintendente do SESI, Rafael Lucchesi, que falou da importância da construção de uma agenda em favor da saúde, da segurança e do bem estar dos trabalhadores; e pelo diretor-presidente da ANS, Rogério Scarabel, que destacou que o evento faz parte da cooperação técnica firmada entre a ANS e o SESI para promover o intercâmbio de informações ocupacionais sobre a saúde do trabalhador e a utilização dos planos de saúde. 

“É importante que tenhamos a compreensão da importância das ações de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças (Promoprev) no trabalho. É fundamental essa articulação e aproximação das empresas contratantes com as operadoras de planos privados de assistência à saúde para a adoção de cuidados preventivos em saúde ambiente profissional, inclusive para evitar doenças crônicas transmissíveis, a fim de minimizar os reflexos na saúde do trabalhador e no ambiente familiar”, afirmou Scarabel. 

Em seguida, o especialista do Observatório Nacional da Indústria do SESI, Edgar Inácio, apresentou a pesquisa qualitativa elaborada pela instituição, que avaliou o impacto da pandemia em empresas do setor industrial, sobretudo no que diz respeito ao benefício do plano de saúde, além de identificar as tendências para o setor de saúde suplementar motivadas ou aceleradas pela pandemia. O levantamento tomou como base cinco pilares: dimensão trabalhista, dimensão dos planos de saúde, prevenção e promoção a saúde, ciclo de cuidados e medidas de enfrentamento à Covid-19 e impactos e possíveis tendências.  

A pesquisa foi realizada junto a gestores de saúde/benefícios de indústrias e proprietários de pequenas e médias empresas. Entre os impactos causados pela pandemia ficou constatado que a maioria das empresas procurou preservar empregos e o cuidado com a vida humana através da implementação de políticas de suspensão, redução de jornada, banco de horas e férias; além de manter a sustentabilidade da empresa sem renunciar à assistência aos colaboradores e familiares. O levantamento também constatou que entre as possíveis tendências para o futuro está a permanência e ampliação da telemedicina, o home office como realidade viável, o incremento de programas de atenção primária e prevenção à saúde, a intensificação dos cuidados com a saúde mental e a construção de novas ações de prevenção e promoção à saúde. 

Clique aqui e tenha acesso a pesquisa.

A gerente de Monitoramento Assistencial da ANS, Flávia Tanaka, salientou a importância da pesquisa, por evidenciar pontos importantes deste atual momento, como a relação dos contratantes com os planos de saúde, as tratativas sobre as questões trabalhistas, a importância da prevenção e promoção de cuidados a saúde e de como os contratantes da indústria estão buscando se organizar para garantir a saúde de seus colaboradores. E foi com esse gancho que Tanaka iniciou o debate sobre as tendências no contexto da Covid-19, com executivos de empresas como a Volkswagen do Brasil, a SulAmérica, a John Deere e a Central Nacional Unimed (CNU), que puderam apresentar suas experiências e ações dirigidas ao enfrentamento dos desafios apresentados durante o período pandêmico. 

Os participantes expuseram as dificuldades e as ações implementas para o enfrentamento da pandemia como a adaptação dos atendimentos médicos, a partir da aplicação da telessaúde; e a adequação do quadro funcional ao teletrabalho (home office). Ambos são vistos como tendências que poderão seguir após a pandemia. Também foram citados temas importantes como a busca por uma gestão de cuidados pelas empresas, o estímulo a prevenção e a atenção integral à saúde; e a preocupação com a manutenção dos planos de saúde para os colaboradores.  

Ao final do encontro, o diretor da ANS reforçou a importância do evento. “Esse diálogo é muito importante pelo momento em que vivemos, que exige colaboração. E essa concorrência colaborativa é fundamental para alinhamos ações que possam colocar o nosso paciente, o trabalhador, como o centro das discussões”, reforçou Scarabel.  

Esse foi o primeiro encontro de dois eventos sobre o impacto da pandemia de Covid-19 nos planos coletivos empresariais. O próximo está agendado para o dia 03/11. Clique e assista aqui o 1º Diálogo da Saúde Suplementar SESI & ANS 2020 na íntegra.


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