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Com o intuito de disseminar as orientações de prevenção e combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e do zika vírus, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está reforçando a campanha do Ministério da Saúde para este fim. A ação visa alertar a população em geral e estimular as operadoras de planos de saúde para que orientem os beneficiários sobre a necessidade de eliminar o mosquito, face ao aumento de casos de dengue e da confirmação da relação entre o vírus zika e o surto de microcefalia na região Nordeste.

Uma das principais ações contra o mosquito é a conscientização da população sobre o seu papel de eliminar locais nos quais o Aedes aegypti pode se reproduzir, como vasos de plantas, lixo e garrafas pet abandonadas. Por isso, a campanha chama a atenção para importância da limpeza, com a mensagem “Sábado da faxina. Não dê folga para o mosquito da dengue”. O material alerta que “Se o mosquito da dengue pode matar, ele não pode nascer”, reforçando que o mesmo inseto também transmite os vírus chikungunya e zika. 

A campanha está sendo veiculada na TV, rádio, internet e redes sociais. Em 15 minutos, é possível fazer uma vistoria nas casas e eliminar os locais que podem se transformar em criadouros do Aedes aegypti.

Saúde suplementar – A ANS esclarece que o exame para detecção da dengue tem cobertura obrigatória prevista no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. A sorologia Elisa para pesquisa de anticorpos (IgG e IgM) é o método recomendado pelo Ministério da Saúde para a confirmação laboratorial da doença. Além dele, outros exames complementares também podem ser utilizados para o diagnóstico e têm cobertura obrigatória pelos planos, tais como: hemograma, contagem de plaquetas, prova do laço, dosagem de albumina sérica e transaminases, além de radiografia de tórax (PA, perfil e incidência de Laurell), ultrassonografia de abdome e outros exames, conforme necessidade (glicose, ureia, creatinina, eletrólitos, gasometria, TPAE e  ecocardiograma).

A partir de janeiro de 2016, os planos de saúde passarão a cobrir também os testes rápidos para detectar dengue e os exames para detecção da febre chikungunya. Na maioria dos casos, o diagnóstico presumido do vírus zika pode ser feito pela exclusão da dengue e da febre chikungunya. Até o momento, o tratamento para zika é clínico e baseia-se no controle dos sintomas da doença, semelhante ao que ocorre com a dengue e a chikungunya. Tal tratamento é coberto pelos planos de saúde.

Acesse aqui os materiais da campanha do Ministério da Saúde e ajude a disseminar as orientações.

Confira também orientações gerais sobre microcefalia e zika vírus.


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